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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Dicas de Comportamento de cães




  1. Como controlar o ciúme do cão
    O cachorro tem bastante ciúme das pessoas que gosta e, principalmente, se ele se sentir um pouco “dono” delas. É muito comum o cachorro estar do seu lado e, quando alguém vai conversar com você, ele partir pra cima, agressivamente, ou fazer muito barulho. A melhor coisa a se fazer neste caso é mostrar ao cão que ele não é seu dono. Para isso, dê broncas nele quando mostrar esse comportamento agressivo. É importante ressaltar que quem deve dar a bronca é a pessoa que está sendo protegida e não a que está sendo atacada. Por exemplo: se uma amiga chega na sua casa e o cachorro tem ciúme dela, quem deve dar a bronca é você e não ela. A amiga tem que transformar sua aproximação em algo agradável para o cão. Sempre que ela chegar na sua casa, peça pra ela fazer bastante carinho no cachorro e se possível dar um petisco. Assim ele vai associar a chegada da mulher a algo agradável.

  2. Como lidar com o ciúme do cão em relação a outro cão
    Quem tem mais de um cachorro em casa, sabe bem como é isso... Para resolver este problema, seguimos praticamente o mesmo princípio que usamos para controlar o ciúme que o cão tem das pessoas que se aproximam de seus donos. Quando estamos fazendo carinho no cão e o outro cachorro chega, normalmente já vamos fazer carinho no outro, e esquecemos o primeiro. Isso acaba despertando ciúme, pois o cachorro percebe que quando o outro chega, ele perde toda a atenção do dono. Com o tempo, ele pode até avançar no outro cão, desenvolvendo inimizades, e te obrigando a separá-los. O truque é: quando estiver fazendo carinho em um dos cachorros e o outro chegar, continue fazendo carinho no primeiro. E um carinho até mais gostoso. Dê também um petisco a ele. Isso significa que o cachorro que acabou de chegar não vai receber carinho, mas o importante é que o primeiro relacione a chegada do outro a algo prazeroso.

  3. Dicas para o cão não pular nas pessoas
    Este é um problema muito fácil de ser resolvido, a dificuldade só existe quando os proprietários tentam corrigi-lo da maneira errada. Ao longo da convivência, os cachorros aprendem que pular nas pessoas é uma das melhores táticas para conseguir atenção. A maioria dos proprietários passa anos dando broncas no cão para que ele pare de pular e não entende por que ele não pára... A explicação é simples: quando o dono dá bronca no cachorro, também está dando atenção a ele. O grande truque é punir o cão sem lhe dar atenção. Por exemplo: quando chegar em casa e ele pular em cima de você, simplesmente ignore-o e continue andando. Só lhe dê atenção quando ele estiver com as quatro patas no chão. Repita o exercício várias vezes e ignore o cachorro completamente até que ele permaneça no chão, só então se agache e faça carinho nele. Uma outra saída é segurar as patas da frente do cão assim que ele pular em você. Espere um pouco até que ele se sinta incomodado. Segure firme, mas não o machuque. Comece a andar na direção do cão, obrigando-o a andar pra trás. Solte-o e diga “Chão” seriamente. O segredo é não falar nada e nem olhar para o cachorro até o momento de soltá-lo.

  4. Dicas para o cão não subir nos móveis
    Os cães sobem nos móveis ou porque foram ensinados ou porque são recompensados ao subirem. Quando o cão pula no sofá, por exemplo, além de conseguir a nossa atenção, o próprio sofá o recompensa, pois torna a sonequinha do bicho super confortável. O truque é impedir que ele seja recompensado ao pular. Mas como evitar que aquele sofá macio, gostoso de deitar, não torne a soneca do seu cão mais agradável? Aí vai uma dica: coloque algo que deixe o móvel desconfortável. Tiras de fita adesiva viradas pra cima assustam o cachorro, pois, quando ele as toca, ficam presas no pêlo dele, causando uma sensação de desconforto. Depois disso, o cão não tentará subir no sofá por algum tempo. Um outra saída é colocar papel filme – do tipo que serve para vedar pratos de comida – sobre o sofá. Mas cuidado com os cães que costumam comer tudo que vêem pela frente, pois pode fazer mal... Nesses casos, procure estar perto para evitar que o cachorro engula o plástico ou as fitas.

  5. É possível educar um cão velhinho?
    Claro que sim! Assim como as pessoas mais idosas também podem aprender. Provavelmente, você terá um pouquinho mais de trabalho para mudar alguns hábitos mais antigos, exercidos pelo cachorro durante boa parte de sua vida. Do mesmo jeito, por exemplo, que é difícil modificar certas manias das pessoas mais velhas. No entanto, a diferença entre os cães e nós, humanos, é que com eles a coisa é mais fácil... A capacidade do cachorro para se adaptar a novas regras é incrivelmente surpreendente! Sendo assim, acredite no seu velho amigo! Afinal, não existe uma idade determinada para o cérebro parar de aprender.

  6. Primeiros dias do filhote: dentro ou fora de casa?
    A adaptação de um filhote na nova casa requer muito cuidado e precaução. Algumas pessoas acreditam que, se deixarem o cachorrinho dormir dentro de casa ou no quarto, ele ficará mal acostumado. Por isso, a maioria dos donos acaba defendendo a idéia de que o cão deve ficar pelo resto da vida no mesmo cantinho. O problema é que esse mito somado ao stress da mudança de ambiente só piora a vida do bicho. Ainda frágil e inseguro, ele pode desenvolver problemas de comportamento ou contrair uma doença, já que seu sistema imunológico ainda está baixo. Portanto, ao contrário do que muita gente pensa, o ideal é não deixar o filhote do lado de fora, e sim permitir que ele durma junto com você até adquirir confiança e perceber que a mãe não irá mais voltar. Como já falamos aqui, nas primeiras noites é normal o cão chorar. No entanto, evite ir até ele. Isso porque, se todas as vezes que o cachorrinho resmungar você atendê-lo, ele logo vai perceber que chorar é uma ótima forma de ganhar sua atenção e agirá assim sempre que se sentir carente.

  7. Tratar o cachorro como gente: certo ou errado?
    Antes de qualquer coisa, as pessoas devem entender que o cão não é um ser humano. Ele tem outras vontades, outras necessidades, e nem tudo que é bom pra nós, é bom pra eles. Por exemplo: colocar roupa no cachorro em um dia quente porque ele não pode ficar “pelado”. Isso é um exagero que a pessoa impõe ao cão como se ele tivesse as mesmas necessidades que nós. A dica é: preste bastante atenção no comportamento do cachorro e veja o que o incomoda. Tratar o cão como gente também atrapalha sua vida “social” com os amigos caninos. É impressionante a quantidade de cachorros que não se acham cachorros e não se dão bem com outros cães. Alguns chegam até a olhar esquisito, como quem diz: “O que eu estou fazendo no meio desse bando de cachorros?”, como se não fosse um deles. Ou seja, este tipo de tratamento acaba deixando o animal sem identidade própria. Portanto, nada de exageros!
  8. Como acostumar o cão a escovar os dentes?
    O segredo é habituá-lo aos poucos a este processo. Primeiro, passe a escova de dentes perto da boca do cachorro, do lado de fora mesmo, para que ele se familiarize com o objeto (mas não o deixe mordê-la!). Associe este momento a brincadeiras, petiscos e carinhos. Depois, massageie os dentes e a gengiva do cão com os dedos, pra ele ir se acostumando com o movimento. Comece escovando um ou dois dentes apenas. Pare um pouco, brinque e faça um carinho. Passe para quatro dentes, seis, e assim sucessivamente. Todo este treinamento pode levar alguns dias, portanto seja paciente: só faça o procedimento completo quando ele já estiver à vontade com a escova. Aí vai outra dica super importante: alguns cachorros não curtem certas pastas de dente. Por isso, teste diferentes tipos até achar um creme dental que ele goste. E atenção: nunca, mas nunca mesmo, use a sua pasta ou a de qualquer outro humano para escovar os dentes do cão, pois ela contém substâncias que farão mal a ele se ingeri-la.
  9. Gatos também precisam escovar os dentes?
    A resposta é sim! Embora seja mais difícil escovar os dentes felinos do que os dos cães, o ideal é fazê-lo pelo menos uma vez por dia. Para habituar o gato a escovar os dentes é mais ou menos do mesmo jeito que fazemos com o cachorro: o truque é acostumá-lo com a escova. Apresente-a ao bichano sem pressa e associe sempre a coisas gostosas, como guloseimas e carinhos. No primeiro contato, faça massagem no felino com a escova e dê um petisco que ele adore. Depois, escove uma parte da gengiva ou o lado de fora da boca e ofereça outra guloseima. Na próxima oportunidade, tente um dente e mais uma saborosa comida. Noutro dia, dois dentes, e em seguida a recompensa... E assim vai. A tarefa é menos complicada se o gato for filhotinho.
  10. Como faço para ensinar meu cão a fazer suas necessidades no lugar certo?
    A velha tática de pegar o focinho e esfregar no lugar onde o animal defecou e repreendê-lo com palmadas não adianta. Essa medida inclusive atrapalha o aprendizado do cão, que vai ter medo do dono e defecar e urinar escondido. Repreendê-lo depois que ele fez no local errado também não é eficaz, pois o cão não assimila a bronca com o ato e, por mais que ele faça aquela cara de culpado, não vai entender porque está tomando uma bronca. O ideal é entender a rotina do cachorro e saber que hora ele faz suas necessidades (ao acordar, depois do almoço etc) e levá-lo ao lugar desejado na hora certa. Depois de fazer no lugar certo, elogie o cão, faça carinho ou dê um prêmio, como um biscoito. Se ele ainda não aprendeu, só adianta repreendê-lo na hora em que estiver defecando no lugar errado. Neste caso, deve-se criar uma situação desagradável ao cão, como fazer ruído com uma lata jogada ao seu lado ou bater com um jornal no chão. O cão nunca deve assimilar a situação desagradável ao dono. Se você não conseguiu surpreendê-lo na hora, limpe totalmente os dejetos - sem que ele veja - e, principalmente, não deixe nenhum rastro de odor.

  11. Quando deixo meu cachorro sozinho em casa ele destrói objetos, rói paredes e arranha o sofá. O que faço para controlar isso?
    Essas atitudes do cão são, geralmente, resultado da ansiedade que ele cria pelo retorno do dono. Algumas mudanças simples podem ajudar a resolver esse problema: quando for sair de casa e ao retornar, não faça festa para o seu animal. Se ele latir quando você sair, não volte, senão ele entenderá que toda vez que fizer isso vai conseguir trazer você para perto. E quando chegar e encontrar a casa bagunçada não dê bronca. Ele não relacionará a bronca com o que fez de errado e isso só aumentará ainda mais a ansiedade dele. Depois de alguns minutos, e seu cão estando mais calmo, faça um agrado e lhe dê atenção. Para ajudar a resolver a situação é útil também, quando você sair de casa, deixar o rádio ligado e o cachorro em um local que lembre sua presença, que ele sinta o seu cheiro. Para confortá-lo, você também pode deixar uma roupa velha ou um objeto com o seu cheiro com ele.

  12. O meu cachorro costuma latir, chorar e até pular em mim para pedir comida quando estou comendo. Como faço para ele parar?
    Nesse caso, é importante que você mude também suas próprias atitudes e não só as dele. Se de vez em quando você dá um pedacinho do que está comendo para o cão, por que ele vai achar que latir ou pular em você para pedir é errado? Para que ele não incomode mais você ou sua família durante as refeições e também para que ele não se acostume com "comida humana", não dê nenhum alimento para ele enquanto você estiver comendo, independentemente do quanto ele implorar. Vendo suas tentativas sempre fracassarem, em pouco tempo seu cãozinho vai parar de pedir.

  13. Meu filhote sempre chora durante a noite. O que devo fazer?
    O filhote chora porque sente falta da mãe e dos irmãos. Para acostumá-lo gradualmente a ficar sozinho, o ideal é dar um pano com o cheiro da mãe com o qual ele deve dormir. Manter um som baixo e constante vai fazer o cão lembrar da respiração materna e acalmá-lo. Um simples relógio que faça "tic-tac" pode ajudar. Além de dar uma caminha confortável, cansar o filhote com brincadeiras antes de dormir vai fazer com que ele pegue no sono. Se o cãozinho insistir em chorar, não vá até onde ele está. Se o dono for ver o cão toda vez que ele chorar, ele vai entender que, ao fazê-lo, ele é atendido e usará essa tática sempre. O ideal é ter certeza de que o cão está bem antes de dormir e depois ignorar seus chamados.

  14. Comprei um cão de raça agressiva e queria torná-lo manso. O que devo fazer?
    Dar carinho é fundamental, mas isso não basta para resolver o problema da agressividade do cão. Cães de raças com temperamento mais agressivo devem ganhar noções de limite desde filhotinhos. Para isso, o dono deve restringir determinadas ações do cão e mostrar que está no comando. O ponto principal é demonstrar que manifestações de agressividade não serão toleradas. Além de impedir que o cão não faça algumas coisas, o dono deve ensinar dois ou três comandos (como "senta", "deita" e "dá a pata") para estabelecer uma hierarquia. O cão deve ser premiado com carinho e/ou com biscoito toda vez que atender uma ordem do dono. Também é fundamental socializar o cão com outras pessoas e animais. A idade que define o comportamento do cão vai dos dois aos três meses. Coincidentemente, essa também é a fase de vacinação. É necessário, portanto, equilibrar esse período com a ajuda de um veterinário para que o cão possa conviver com outros sem correr riscos de contrair doenças. Se o dono não conseguir controlar o temperamento do animal sozinho, ele deve contratar um profissional para treiná-lo o mais rápido possível. Algumas raças desenvolvem agressividade mais facilmente e, mesmo dentro de cada raça, há uma grande variedade de comportamento. Na hora de comprar seu cão, procure um canil que priorize uma linhagem com perfil calmo e carinhoso.

  15. Já tenho um cachorro e desejo adquirir um novo cãozinho. Como evitar que eles briguem?
    O primeiro encontro entre o cão da casa e o novo animal deve ser feito em um território neutro - a, pelo menos, três quarteirões da casa. É recomendável que os cães sejam levados para passearem juntos e também incentivados a brincarem um com o outro. Depois que cansarem da brincadeira, os cães podem ser levados para a casa. No momento da chegada e nas próximas semanas, nenhum objeto que incentive disputa pode ficar disponível (como um brinquedo, por exemplo). Adquirir um cão com o sexo e o porte oposto ao do cão mais antigo também evita rivalidade. Se o cão mais velho já for idoso, é recomendável que haja um espaço em que ele possa ficar sozinho, longe das algazarras do filhote.

  16. Tenho um cão adulto e vou ter nenê. E agora?
    Para não criar competição, o cachorro tem de relacionar a criança com uma sensação prazerosa que vai melhorar e não piorar a sua vida. O cão reconhece as pessoas da casa como integrantes de sua matilha e o mesmo deve acontecer com o bebê. Assim que o bebê chegar na casa, deve-se apresentá-lo ao cão e deixá-lo ser cheirado. No dia-a-dia é preciso criar situações agradáveis ao cão - brincadeiras, atenção e carinho - quando a criança estiver presente. Desta forma, o cão vai assimilar o bebê com sensações agradáveis e não vai sentir ciúmes. Se o cão não for ter acesso a uma parte da casa - como o quarto do bebê - é preciso acostumá-lo semanas antes da chegada do recém-nascido, para que ele não relacione a chegada da criança com a perda do território. O mesmo deve ser feito no caso de diminuição da atenção dada ao cão. É bom lembrar que o cachorro não deve ficar sozinho junto com o bebê sem supervisão. O cão pode machucar a criança brincando de maneira desajeitada.

    FONTE:caocidadao

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